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Acupuntura e Anestesiologia: associação das duas ciências para o efetivo monitoramento e controle da dor dos animais de companhia. Zelamos pelo bem-estar animal!

Informações aos Médicos Veterinários:

Anestesiologia de qualidade visa proporcionar ausência ou alívio da dor e outras sensações ao paciente que necessita realizar procedimentos médicos, como cirurgias ou exames diagnósticos, identificando e tratando eventuais alterações das funções vitais.

A seleção e a preparação de pacientes cirúrgicos requerem atenção a certo número de detalhes. O paciente deve sempre ser submetido a um exame físico completo, seguido pela avaliação laboratorial apropriada. Obter informações pré-operatórias possibilita uma comparação da condição do animal antes e após a cirurgia (FOSSUM, 2014).

Uma avaliação pré-anestésica cuidadosa do estado clínico do animal é essencial para a escolha dos medicamentos e para verificar a necessidade de monitoração e de suporte (PADDLEFORD, 2001).

A identificação e características do paciente (espécie, raça, idade, sexo, peso corporal, temperamento), a história clínica do animal e as informações passadas pelos seus tutores determinam maior sucesso na escolha: dos medicamentos, do tipo de anestesia e como tratar a dor que esse animal pode manifestar após um procedimento cirúrgico (JERICÓ et al, 2015).

Um protocolo de sucesso depende de uma minuciosa avaliação pré-anestésica e do monitoramento desse animal durante todo o procedimento cirúrgico.

Sobre a DOR em animais:

O reconhecimento e a avaliação da dor em animais de companhia são tarefas desafiadoras para os médicos veterinários, pois não há meio efetivo de comunicação verbal entre os animais e seus tutores; diferentemente de seres humanos, que podem descrever de modo minucioso a sensação de dor, meio conhecido como padrão-ouro para avaliação da dor em medicina. Observações nos padrões comportamentais com a finalidade de identificar a dor são prática comum entre veterinários e tutores de animais. Assim, parece intuitivo que o reconhecimento da dor seja fácil, mas, infelizmente, não é assim que acontece na prática (JERICÓ et al, 2015).

O tratamento da dor é uma prática obrigatória que deve ser implementada após minuciosa identificação clínica e diagnóstica da dor. A analgesia multimodal é um método para controlar a dor com base na associação de diversos fármacos com mecanismos de ação diferentes. Essa técnica vem sendo empregada com sucesso, minimizando os efeitos, como náusea, vômito, constipação intestinal e sedação, desencadeados por doses elevadas de um único fármaco (JERICÓ et al, 2015).

A abordagem adequada da dor no paciente crítico gera benefícios éticos, comportamentais e fisiológicos, além de reduzir a morbidade e a mortalidade. A dor não tratada, o estresse e a ansiedade provocam danos graves sobre o estado do paciente e, consequentemente, em sua recuperação (JERICÓ et al, 2015).